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Dificuldade
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Ingredientes

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   Os sintomas de intolerância à lactose podem ser cólicas abdominais, distensão (inchaço) abdominal e diarreia. Apesar de estes serem os mais
comuns, há outros que podem afectar significativamente a sua qualidade de vida. A tendência para irem piorando com o avançar da idade é uma
realidade.

Os sintomas são causados por uma deficiência da enzima lactase – uma enzima intestinal cuja principal função é degradar a lactose, o principal
açúcar do leite. Na digestão normal, a lactose é digerida no intestino delgado sem libertação de bolhas gasosas, mas quando não é digerida devidamente, passa para o cólon (intestino grosso), local onde as bactérias degradam alguma lactose, produzindo hidrogénio.

A lactose restante capta água para dentro do cólon, sendo que a quantidade suplementar de gás e de água conduz ao aparecimento dos sintomas que, a seguir, apresentamos. A intensidade dos sintomas depende de um conjunto de fatores, nomeadamente da quantidade de lactose que consegue tolerar, da quantidade de lactose ingerida e do conteúdo em gorduras da refeição (ou nos alimentos a partir dos quais o açúcar é ingerido). Portanto, os sintomas podem variar de pessoa para pessoa.

Especialistas acreditam que as pessoas que sofrem da síndrome do cólon irritável tendem a ter sintomas mais graves de intolerância à lactose. Por isso, quando detetada a intolerância, é importante eliminar temporariamente o leite da sua dieta para, numa primeira fase, se poder avaliar a remissão dos sintomas.

As pessoas que apresentam baixos níveis de intolerância à lactose podem ingerir desde 4 até 12 gramas/dia de lactose sem sentirem qualquer mal estar.

Sintomas de intolerância à lactose: quais são?
Os sintomas mais comuns da hipolactasia ou intolerância à lactose são os seguintes:
• Dores abdominais/cólicas;
• Distensão (inchaço) abdominal;
• Fezes líquidas, volumosas e com um odor particularmente desagradável;
• Flatulência (gases), que começa cerca de 30 minutos a 2 horas depois da ingestão de alimentos ou bebidas que contêm lactose;
• Vómitos.
Se sofre de intolerância à lactose é importante que seja acompanhado por um médico ou por um nutricionista, sobretudo para aliviar os sintomas da
intolerância.


Diagnóstico: testes a realizar para validar os sintomas

Um dos testes que, por norma, são realizados para confirmar o diagnóstico é o teste respiratório do hidrogénio no ar expirado, que não é invasivo. No
início do teste, o doente deve estar em jejum e ingerir um líquido contendo lactose para, logo em seguida, ser determinada a quantidade de hidrogénio
no ar expirado.

A intolerância à lactose é diagnosticada se forem detetados níveis de hidrogénio superiores ao normal durante este teste. Outro teste que pode ser realizado para diagnosticar a hipolactasia é, precisamente, o teste de tolerância à lactose. Neste, o doente terá que ingerir uma solução com lactose que servirá para medir, de forma intervalada, os níveis de açúcar no sangue. Se não existir qualquer alteração nestes níveis de açúcar, então é porque a lactose não foi digerida adequadamente.

De acordo com uma investigação realizada por especialistas da Harvard Medical School, um número significativo de pessoas que apresentam
sintomas sugestivos de intolerância à lactose irá apresentar resultados normais nos exames diagnósticos. Sintomas semelhantes (mas com
resultados normais nos testes) podem ser causados pela frutose (o açúcar da fruta), pelo sorbitol ou por outros açúcares que não são facilmente digeridos no intestino delgado.

Como se faz?

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Marta Sánchez

El cuerpo humano está compuesto por un 60% de agua, 18% de proteínas, 6% de minerales y aproximadamente 16% de grasa - esto significa que la proteína es el segundo nutriente más importande de nuestro cuerpo (después del agua).

Responder

Mónica naranjo

Los síntomas aparecen frecuentemente después de la ingesta de productos que contienen lactosa.

Responder

Marta Sánchez

El cuerpo humano está compuesto por un 60% de agua, 18% de proteínas, 6% de minerales y aproximadamente 16% de grasa - esto significa que la proteína es el segundo nutriente más importande de nuestro cuerpo (después del agua).

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