{{articleDetail.tags[0]}}

{{articleDetail.title}}

Dificuldade
Dificuldade
{{articleDetail.image[0].alt}} {{articleDetail.image[0].alt}}
{{image.alt}} {{image.alt}}

Ingredientes

  • {{ingredient.ingredient}} {{ingredient.quantity}} {{ingredient.unit}}

TEMAS
{{freetag}}

{{articleCapitalLetter()}}

TEMAS
{{freetag}}

Ingredientes

  • {{ingredient.ingredient}} {{ingredient.quantity}} {{ingredient.unit}}



TEMAS
{{freetag}}

A mudança de estações do ano, a má alimentação, o estilo de vida sedentário ou maus hábitos como fumar ou beber álcool não ajudam o nosso organismo a manter-se forte para superar com êxito as ameaças externas que podem causar-nos desde uma simples ferida até a uma doença mais grave. Por isso há que entender a perfeição do funcionamento do sistema imunitário e as suas barreiras defensivas distintas, para assim nos anteciparmos a qualquer ataque e tentarmos mantermo-nos sempre bem.

 

O nosso sistema imunitário é formado por células (leucócitos ou glóbulos brancos), tecidos e órgãos que trabalham juntos, defendendo-nos da invasão de agentes patogénicos, identificando as substâncias estranhas e reagindo contra elas.

 

O sistema imunitário é composto por dois tipos de barreiras, as externas e as internas, como a mucosa, a pele, as lágrimas, que atacam qualquer tipo de agente patogénico destruindo-o com rapidez e as internas como os linfócitos, situados sempre no interior do organismo e dedicados a um inimigo mais concreto. Além das barreiras internas, todos contamos com outro tipo de defesas, as inatas, originadas no ventre materno e as adquiridas, formadas de raiz pela existência de um antigénio.

 

Quando uma bactéria ou um vírus deseja entrar em contato connosco, as barreiras de defesa externa, entram em na ação com a intenção de o evitar.

 

Se essas barreiras falharem as células responsáveis pelo funcionamento do sistema imunitário, também conhecidas como glóbulos brancos enfrentarão a ameaça e lutarão para destruí-la; primeiro chegam os leucócitos, localizados na medula óssea, no timo e no baço, depois os monócitos e os macrófagos agem recolhendo informações sobre a ameaça para que, finalmente os linfócitos sejam responsáveis por criar uma resposta imune que destrói a infeção.

 

BIBLIOGRAFÍA

Referencias de la monografía de Actimel.

(1*) El sistema inmune en los estados de salud y enfermedad. Disponible en:
http://bvs.sld.cu/revistas/san/vol6_1_02/san10102.pdf

(2*) El sistema inimunitário. ¿Qué es el sistema inimunitário? Disponible en:
http://espanol.arthritis.org/espanol/salud-y-vida/su-cuerpo/sistema-inmunologico/

(3*) Consecuencias y remedios para las defensas bajas. Disponible en:
https://www.topdoctors.es/articulos-medicos/consecuencias-y-remedios-para-las-defensas-bajas

(4*) Visión panorámica del sistema inmune. Disponible en:
http://www.elsevier.es/es-revista-revista-medica-clinica-las-condes-202-articulo-vision-panoramica-del-sistema-inmune-S0716864012703358

Como se faz?

Quer publicar algum comentário? Registe-se o Iniciar sessão

Publicar

Marta Sánchez

El cuerpo humano está compuesto por un 60% de agua, 18% de proteínas, 6% de minerales y aproximadamente 16% de grasa - esto significa que la proteína es el segundo nutriente más importande de nuestro cuerpo (después del agua).

Responder

Mónica naranjo

Los síntomas aparecen frecuentemente después de la ingesta de productos que contienen lactosa.

Responder

Marta Sánchez

El cuerpo humano está compuesto por un 60% de agua, 18% de proteínas, 6% de minerales y aproximadamente 16% de grasa - esto significa que la proteína es el segundo nutriente más importande de nuestro cuerpo (después del agua).

Responder